
Como é que a maior galeria do mundo irá evoluir e perpetuar-se no futuro? Como é que ela vai-se tornar no nosso ganha-pão?
A imediata forma de sustentação será naturalmente os dividendos que retiraremos dos patrocinadores. Mas não só... se isto pegar retiraremos dividendos também das vendas on-line de merchandising e dos quadros dos artistas na "my gallery". Mas sinceramente acho que não devíamos ficar por aqui.
O evento devria cingir-se apenas a cidades. Começaríamos obviamente por Lisboa, o que é um óptimo teste. Depois deveríamos pensar numa segunda edição do evento no mesmo também para a cidade de Lisboa, mas desta vez ou sujeito a um tema ou apenas com artistas conceituados da nossa praça, ou trazer artistas estrangeiros para a maior galeria do mundo. Em Lisboa, a maior galeria do mundo funcionaria em sistema de bi-anual - duas exposições por ano.
Depois o passo seguinte seria avançarmos para outras cidades portuguesas. Começaríamos por exemplo pelo Porto e depois passaríamos para outras cidades portuguesas. A ideia seria termos uma exposição por mês em Portugal espalhado pelas várias cidades. Este momento acontecria depois de Lisboa estar testada, ou seja lá para 2008. Neste ano testaríamos 3 cidades - Porto, Coimbra e Faro (para além das 2 exposições em Lisboa.
O sistema de uma exposição por mês estaria apto a começar lá para 2009.
Entretanto toda a nossa energia durante este tempo deveria estar voltada para o site. Vendas a partir do site e captação de artistas para a nossa galeria on-line.
Mas não ficaríamos por aqui. Caso as coisas resultem em Lisboa deveríamos começar a pensar noutras cidades. Madrid por exemplo e Rio de Janeiro. Caso cheguemos a esta fase estaríamos ricos e o conceito estava testado e resultava sem qualquer margem de dúvida. Para aplicarmos este conceito noutros países teríamos de encontrar parceiros para vender o conceito noutras cidades. Seria uma espécie de franchising, mas teria de ser altamente controlado por nós, pois teríamos de reverter a força da internacionalização cá dentro no nosso país para tirarmos todos os dividendos daí provenientes.
Tudo isto relativamente ao evento.
Outras actividades paralelas já deveriam estar a correr. Deveríamos abrir com os dividendos dos events uma galeria-café em Lisboa. Seria um espaço muito trendy com exposições constantes dos artistas inscritos na "my gallery" e com os preços muito acessíveis. As exposições seriam happenings com dj's de música e dj's de comida.
As ementas mudavam mensalmente e todos os meses convidaríamos um artista a fazer as ementas. Teria de estar em constante mutação para provacar o interesse do público.
Este local começava a ganhar notoriedade e teríamos ainda de alargar o conceito e o espaço naturalmente. Continuaria a ser uma galeria-café, mas começaria a vender livros também, música e artigos das principais lojas de museus do mundo inteiro. Aqui também jogaríamos com a mutação constante da loja, com produtos novos a cada mês, oriundos de um determinado museu de um determinado país. Com a nossa força neste momento até poderíamos ter acordos específicos com museus para vender entradas com preços especiais e
com oferta de brindes do próprio museu. Existem museus de todo o género. Desde arte, passando por whisky, bonecos, industria, espaço. Os recursos seriam ilimitados.Seria a altura também de lançar uma revista e provavelmente fortalecer a nossa vertente de merchandising. Nós próprios estaríamos a tornar-nos numa espécie de museu.
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